
Quando me vou convencer que não existem princesas?
"Im not, not sure,
Not too sure how it feels
To handle everyday
Like the one that just past
In the crowds of all the people"

"Im not, not sure,
Not too sure how it feels
To handle everyday
Like the one that just past
In the crowds of all the people"
Miss you love...love...amor...não no sentido de alguém amado, mas do sentimento. Sentir falta de saber amar...
Identifico-me com a letra desta musica...identifico-me com o vocalista desta banda.
Just to share. ..
Carrie
"Im not, not sure,
Not too sure how it feels
To handle everyday
Like the one that just past
In the crowds of all the people"












I was born with the wrong sign
In the wrong house
With the wrong insanity
I took the wrong road
That led to
The wrong tendencies
I was in the wrong place
At the wrong time
For the wrong reason
And the wrong rhyme
On the wrong day
Of the wrong week
I used the wrong method
Of the wrong technique
There’s something wrong with me
Chemically
Something wrong with me inherently
The wrong mix
In the wrong genes
I reached the wrong ends
By the wrong means
It was the wrong plans
In the wrong hands
The wrong theory for the wrong man
The wrong lies
On the wrong ???
The wrong questions
With the wrong replies



Pessoal de 81 como eu, ou dos anos próximos... este video é um daqueles que nunca esqueci da Rua Sésamo lol! Achei piada encontrá-lo no youtube! Por isso resolvi partilhar ;)!
Beijo beijo
Carrie


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Jai Ho!
Aaja aaja jind shamiyaane ke taley
Aaja zari waale neele aasmaane ke taley
Jai Ho!
Ratti ratti sachchi maine jaan gawayi hai
Nach Nach koylon pe raat bitaayi hai
Ankhiyon ki neend maine phoonkon se udaa di
Gin gin taarey maine ungli jalayi hai
Eh Aaja aaja jind shamiyaane ke taley
Aaja zari waale neele aasmaane ke taley
Baila! Baila!
Ahora conmigo, tu baila para hoy
Por nuestro dia de movidas,
los problemas los que sean
Salud!
Baila! Baila!
Jai Ho!
Chakh le, haan chakh le, yeh raat shehed hai
Chakh le, haan rakh le,
Dil hai, dil aakhri hadd hai
Kaala kaala kaajal tera
Koi kaala jaadu hai na?
Aaja aaja jind shamiyaane ke taley
Aaja zari waale neele aasmaane ke taley
Jai Ho!
Kab se haan kab se jo lab pe ruki hai
Keh de, keh de, haan keh de
Ab aankh jhuki hai
Aisi aisi roshan aankhein
Roshan dono heerey hain kya?
Aaja aaja jind shamiyaane ke taley
Aaja zari waale neele aasmaane ke taley
Jai Ho!
traducao aqui !!


As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade
Romeo take me
Somewhere we can be alone
I'll be waiting
All that's left to do is run
You'll be the Prince
And I'll be the Princess
It's a Love Story
Baby just say Yes

“O bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tornado do outro lado do mundo.”
Efeito Borboleta - termo que se refere às condições iniciais dentro da Teoria do Caos.
ver... http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_borboleta
Filme de 2004, com Ashton Kutcher, que interpreta um rapaz que descobre que tem o dom de manipular o passado, não significando controlar o futuro. O filme é bom e mostra a capacidade de percebermos que uma determinada e simples atitude ou acção, pode ter repercursões enormes no futuro.
É mais que verdadeiro. Há quem não pense antes de agir. Há quem não perceba que ao tomar decisões estão talvez a provocar outros cenários no futuro. É por isso que defendo na responsabilização das pessoas, do mundo. Estamos em falha. Ninguém se responsabiliza por nada do que faz. Ninguém se chega à frente. E quando as coisas pioram, é sempre mais fácil atirar as culpas para os outros.
Já pensaram que a simples atitude hoje poderá ter repercussões no futuro? Pequenos acontecimentos poderão mudar profundamente a nossa vida? Eu penso muito nisso...
As borboletas são seres poderosos, apesar de frágeis. Serão, através desta teoria, o rei do mundo animal. O seu bater de asas uma arma letal. É preciso ter cuidado. As coisas mais pequenas e frágeis, serão talvez as mais fortes de todas.
Charlotte

Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer, os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece?
Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá.
Estúpidas!
É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou de coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos distrairmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos, amigos, livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Porque é que é sempre nos momentos em que estamos mais cansados ou mais felizes que sentimos mais falta das pessoas que amamos? O cansaço faz-nos precisar delas. Quando estamos assim, mais ninguém consegue tomar conta de nós. O cansaço é uma coisa que só o amor compreende. A minha mãe. O meu amor. As pessoas nunca deveriam morrer, nem deixarem de se amar, nem separar-se, nem esquecer-se, mas morrem e deixam e separam-se e esquecem-se. Mas é preciso aceitar, é preciso sofrer, dar murros na mesa, não perceber. E aceitar. Se as pessoas amadas fossem imortais perderíamos o coração.
Há grandeza no sofrimento. Sofrer é respeitar o tamanho que teve um amor. No meio de remoinho de erros que nos resolve as entranhas de raiva, do ressentimento, do rancor ? Temos de encontrar a raiz daquela paixão, a razão original daquele amor. As pessoas magoam-se, separam-se, abandonam-se, fazem os maiores disparates com a maior das facilidades. Para esquecê-las, é preciso chocá-las primeiro. Esta é uma verdade tão antiga que espanta reparem como ainda temos esperanças de contorná-la.
Para esquecer uma pessoa não há vias rápidas, não há suplentes, não há calmantes, ilhas nas Caraíbas, livros de poesia. Só há lembrança, dor e lentidão, com uns breves intervalos pelo meio para retomar o fôlego.
Podemos arranjar as maneiras que quisermos de odiar quem amámos, de nos vingarmos delas, de nos pormos a milhas, de lhe pormos os cornos, mas tudo isso não tem mal. Nem faz bem nenhum. Tudo isto conta como lembrança, tudo isso conta como uma saudade contrariada, enraivecida, embaraçada por ter sido apanhada na via pública, como um bicho preto e feio, um parasita de coração, uma peste, uma barata esperneante: uma saudade de pernas para o ar.
Quando já é tarde para voltar atrás, percebesse que há esquecimentos tão caros que nunca se podem pagar. Como é que se pode esquecer o que só se consegue lembrar! Aí, está o sofrimento maior de todos. Aí está a maior das felicidades.
Miguel Esteves Cardoso, Último Volume
Sei de cor cada lugar teu
atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar
Pensa em mim protege o que eu te dou
Eu penso em ti e dou-te o que de melhor eu sou
sem ter defesas que me façam falhar
nesse lugar mais dentro
onde só chega quem não tem medo de naufragar
Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só
Eu Vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar.